Vivissecção

A vivissecção é o ato de dissecar um animal vivo com o propósito de realizar estudos de natureza anatomo-fisiológica. No seu sentido mais genérico, define-se como uma intervenção invasiva num organismo vivo.

Sabe-se que no Brasil, a cada dia, milhares de animais padecem em procedimentos atrozes relacionados à vivissecção e à experimentação propriamente dita (testes toxicológicos, comportamentais, neurológicos, oculares, cutâneos, bélicos, etc), sem que haja qualquer balizamento ético, ou até mesmo científico, em tais atividades. Os macabros registros de experiências com animais praticadas nos laboratórios, nas salas de aula, nas fazendas industriais ou nos porões da clandestinidade revelam, por si só, os ilimitados graus da estupidez humana. Sob a justificativa de buscar o progresso da ciência, o pesquisador prende, fere, quebra, escalpela, penetra, queima, secciona, mutila e mata. Em suas mãos o animal vítima torna-se apenas a coisa, a matéria orgânica, enfim, a máquina-viva.

Essa triste fauna de laboratório – ratos (utilizados geralmente para se investigar o sistema imunológico), coelhos (submetidos a testes cutâneos e oculares, além de outros atrozes procedimentos), gatos (que servem sobretudo às experiências cerebrais), cães (normalmente destinados ao treinamento de cirurgias), rãs (usadas para testes de reação muscular e, principalmente, na observação didática escolar), macacos (para análises comportamentais, dentre outras coisas), porcos (cuja pele frequentemente serve de modelo para o estudo da cicatrização), cavalos (muito utilizados no campo da sorologia), pombos e peixes (que se destinam, em regra, aos estudos toxicológicos), dentre outras várias espécies , torna-se simples cobaia nas mãos do pesquisador, transformando-se, equivocadamente, em modelo experimental do homem.

A indústria cosmética e farmacêutica, impulsionadas pelo mesmo sistema social que cria falsas necessidades ao homem, são as grandes responsáveis pelo implacável destino dos animais-cobaias. A cada ano centenas de produtos previamente testados em animais são retirados das prateleiras, por absoluta ineficácia ao que se propõem, substituindo-se lhes por outra grande quantidade de drogas, as quais, depois de terem se mostrado inócuas para os animais , revelam-se tóxicas , ou até mesmo mortais para o homem. Isso se deve ao fato de que homens e animais reagem de forma diversa às substâncias: a aspirina, que nos serve como analgésico, é capaz de matar gatos; a beladona, inofensiva para coelhos e cabras, torna-se fatal ao homem; a morfina, que nos acalma, causa excitação doentia em cães e gatos; a salsa mata o papagaio e as amêndoas são tóxicas para os cães, servindo ambas, porém, à alimentação humana.

Tais exemplos comprovam que homens e animais, apesar das semelhanças morfológicas, possuem uma realidade orgânica bem diversa. A tragédia da talidomida, nos anos 60, demonstrou o malefício que pode advir da falsa segurança que a experimentação animal atribui a uma substância: dez mil crianças nasceram com deformações congênitas nos membros, depois que suas mães – durante a gravidez – ingeriram tranquilizantes feitos com esse produto, os quais tinham sido ministrados, sem problemas, em ratos durante três anos. Sabe-se hoje, também, que um terço dos doentes renais, que necessitam de diálise, destruiu sua função hepática tomando analgésicos tidos como seguros porque testados em animais. Os CFC (clorofluorcarbonetos), que foram considerados seguros após terem sido testados em animais, causaram o perigoso “buraco de ozônio” sobre a Antártida.

Além de não ser um método eficaz, a experimentação animal ainda provoca angústia e dor incomensuráveis aos animais utilizados. Dentre os testes cruentos ainda largamente realizados, merecem lembrança: DL 50 (conhecido como “dose letal 50%”, consiste na inoculação forçada de determinada substância no organismo do animal com o propósito de avaliar seus níveis de toxicidade, podendo o produto ser liberado ao mercado consumidor caso metade dos animais sobreviva ao efeito da droga); Draize Eye Test (experiência de irritação ocular que visa a testar fórmulas de xampus, cosméticos ou produtos de limpeza nos olhos de coelhos presos a aparelhos de contenção); experimentos toxicológicos (métodos indutivos capazes, por exemplo, de forçar os animais a inalar fumaça e a se embriagar, avaliando-se assim a nocividade de tabaco e do álcool no organismo); experimentos na área de psicologia e neurofisiologia (avaliação do comportamento dos animais submetidos privações físicos e psicológicos choques elétricos, estímulos dolorosos e trepanação craniana, inclusive); experiências dentárias (permanência de animais sob rigorosa dieta de açúcar, para que desenvolvam cáries e possam servir de modelos experimentais nas pesquisas odontológicas); testes bélicos (submissão de animais a radiações químicas e biológicas, como à ação de gases tóxicos ou ao impacto de armas); e, também, os experimentos acadêmicos (dissecação de animais vivos – anestesiados ou não – em salas de aula, para fins didáticos).

Veganismo

Veganismo é um estilo de vida em respeito aos animais. Assim, um vegan:
não come alimentos de origem animal, carnes de todas as cores e tipos, ou que contenham qualquer resíduo: leites, queijos, salsichas, ovos, mel, banha, manteiga, não veste roupas ou sapatos feitos de animais: couro, seda, lã, etc.
Evita o consumo de cosméticos e medicamentos testados em animais ou que contenham componentes animais na formulação: sabonetes feitos de glicerina animal, maquiagem contendo cera de abelha, xampu com tutano de boi.
Não apoia diversões contendo exploração animal, como rodeio, circo com animais e rinha.
Profissionalmente não trabalha com exploração animal (vivo ou morto), como venda de animais em pet shop, lojas de aquário ou gaiolas para passarinhos, venda de qualquer produto que contenha derivado animal (p.ex. bolsas e sapatos de couro), restaurante que utilize animais ou seus resíduos corporais como comida, dentre outras atividades.
O vegano leva sua vida normalmente, com a diferença de pensar antes nos animais em todas as escolhas, e faz isso unicamente em respeito a eles. É fácil ser vegano!

RECEITAS VEGANAS
www.veganismo.org.br/p/receitas-veganas.html
www.receitasveganas.com
www.sociedadevegan.com/category/receitas-vegan
www.veggietal.com.br/receitas-veganas

PRODUTOS
www.veganismo.org.br/p/produtos-veganos.html
lojavegetariana.pt
www.lojagerminar.com.br
www.provegan.com.br

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Manifestações contra a crueldade

Muitos ativistas unidos para combater tantas crueldades, Farra do Boi, Puxada de Cavalos, assassinato de animais por causa de sua pele e carne, compra e abandono de animais, experimentação animal para testar cosméticos, produtos de limpeza e remédios. Por isso que precisamos do envolvimento de todos para que possamos salvar o maior número de animais possíveis.

Seja um ativista pela libertação animal, acompanhe as notícias no site para saber das próximas manifestações contra a crueldade!

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Um passo pra lá, Um passo pra cá!

Uma das piores covardias demonstradas pelo ser humano é prender pássaros em gaiola. Deus deu asas ao bichinho pra que, afinal de contas? Pra ficar pulando de um lado pro outro numa gaiola minúscula? Às vezes a mídia faz reportagens com pessoas que dizem “amar” pássaros… e essas pessoas fazem criações de centenas deles, todos engaiolados. Amor?  Eu diria que é o mais puro egoísmo. A beleza de um pássaro é vê-lo bater asas e voar, curtindo toda a sua liberdade! E um dos maiores absurdos acontece aqui em Florianópolis: o “curiódromo”, onde pessoas estúpidas levam o seu curió em competições de canto! Chegam a perder seus carros e casas nas apostas! ABAIXO ÀS GAIOLAS!

Se os animais foram colocados para dar exemplo de vida, poucos humanos entenderam esse princípio básico. O repugnante e perverso comércio do tráfico de animais silvestres arranca vidas inocentes dos ecossistemas harmônicos e os destinam aos receptadores, através de um trajeto dantesco de transporte, sendo que muitos ficam à beira do caminho.
Horripilantes cenas mostram animais com pernas quebradas, olhos furados, mutilados, dopados, afunilados em tubos, e, principalmente, com doenças adquiridas pelos maus tratos das torturas do cativeiro.
Dos animais traficados, os pássaros estão mais sujeitos a esse comércio sujo, porque envolve todos os estágios – adultos, filhotes e ovos.
O comércio ilegal é também bem sustentado pelos criadores credenciados, amadores, clandestinos e manipuladores. Sem falas nos terríveis “gaioleiros” que com iscas atraem esses pobrezinhos indefesos, ingênuos e nascidos para voar a uma minúscula gaiola.
É cruel prender um pássaro, condená-lo a prisão perpétua, apenas para fitá-lo, igual a um quadro na parede, com o único objetivo de satisfazer a vaidade, o egoísmo humano.

ACOMPANHE
www.sosfauna.org
www.arcabrasil.org.br

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Peles

Vamos acessar o blog da Sheila e saber o que realmente está acontecendo no mundo da moda: MUITO SANGUE DE ANIMAIS INOCENTES! Você vai ver os posts de revistas que estão promovendo esta crueldade, campanhas de outras ONGS, um vídeo que mostra a verdadeira realidade dos coelhos criados para a extração da pele, o nome das ONGS que aderiram e apoiam o protesto, uma sugestão de texto a ser enviada como protesto e e-mails de marcas, fornecedores, imprensa e revistas.

Devido à pressão de internautas, a Arezzo comunicou que ia retirar as peças com pele de raposa da coleção (mas continua com peles de coelho). A marca IODICE que também tinha aderido à pele encaminhou um comunicado público dizendo que não usará mais peles em suas próximas coleções. A marca do estilista Carlos Miele, M. Officer há alguns anos está promovendo esta crueldade. BOICOTE A M. OFFICER e escreva para a loja protestando:
infocidadejardim@carlosmiele.com.br
sac@mofficer.com.br
sac@m5textil.com.br

Este foi o ESTRAGO QUE NÓS, ATIVISTAS, causamos! Mas existem muitas marcas, muitas lojas, inclusive a Riachuelo, outras pouco conhecidas, que continuam vendendo peles! Por isso não podemos deixar de continuar pressionando! Divulgue o link do blog o grito do bicho para todos os seus contatos e nas redes sociais! Os animais contam com a colaboração de todos!

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